As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Elipses

Nosso tempo já passou
Nosso tempo é agora
Está passando
Enquanto você pensa demais
Eu estou sentindo muito
E canto no tempo que quiser
Tráfego entro o futuro e o passado
A música é meu presente
O tempo é o que o sentimos
O espaço é o que pensamos (que sabemos)
O amor
O amor é um substantivo feminino
Uma singularidade
A paixão que vivemos
Que atrai os corpos
É gravidez é gravidade
O que nos faz eternos
São nossas almas girando
Nessas elipses
Há espiritualidade
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