As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

O que nos resta

Onde a palavra encontra afago
A paixão veste-se por acaso
Sentindo "o sem saber" dos carinhos que encontra
O sorriso, adornando o rosto
Contornando os cabelos
Transforma-se em desejo
E a canção solfejando o olhar
Nos refaz, acreditar,
Que no fundo o que importa é a amizade.

Quando a saudade transmuta-se em dança
E esse movimento não descansa
Dancemos!
O que nos resta
É sempre o amor
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