As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

sábado, 18 de abril de 2015

Orgulho

Está tudo certo...
Foi tudo resolvido...
Mas, as vezes caminhando
Fecho os olhos
E vou além do que poderia estar sonhando
Penso que por um momento
Ao abrir os braços
E esticá-los em minha frente
Agarrarei o espaço
E tomando-o pra mim, abraçado a gravidade
Viajarei no vento
E voltarei até o segundo
Em que demos um tempo
Por vaidade
orgulho
Imaturidade...
Não
Por necessidade.


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