As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

domingo, 28 de junho de 2015

Crepúsculo

Ela se emociona no colo da terra
Nos abraços onde estou.
E segue com o pôr do sol
Desterrando os olhos ao horizonte.

Lá estará, num vislumbre o seu caminho?

A luz divina em teus olhos refletida,
Mostrará o destino como um canto do arrebol
O sol, a lua, se pondo e renascendo num bailado eterno
A cada dia
Vida
Dádiva

Estenda suas mãos ao tempo
E colha os frutos da esperança
Que nascem a cada oração
Alimentando os sonhos, crianças
Sejamos como as lembranças
Saudades e reencontros
Equilibrando alma, mente e coração
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