As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

sábado, 19 de setembro de 2015

Vamos Dançar

Não fique triste assim
Porque se foi o verão
O frio que está por vir
Não chega ao teu coração

Pois tens o meu aconchego
Todo o calor dos meus braços
E entre beijos e abraços
Virão outras canções

Não tarda o sertão fulora
Virá o canto dos pássaros
E brincarão os reisados
Não mais seremos tão austeros
Teremos muitas histórias
Lembrando nosso passado
Então seremos memória
Como nossos antepassados

Agora vamos dançar
Pois só amor transforma
Desde as leves desilusões
Ao ódio das tristes almas
Das agitadas guerras de outrora
Às atuais depressões mais calmas
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