As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

terça-feira, 14 de junho de 2022

Brinquedo

Colorir os dias

Com poesia 

Viver os ciclos

Da natureza

Com maturidade

Na esperança

Que só é plena 

Quando a criança

Que há em nós

Desata a brincar

Preenchendo os sonhos

Com sorrisos divinos

Toda a algazarra que couber 

Nos jardins desse mundo

Sempre prontos

Pra renascer