As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

terça-feira, 7 de junho de 2016

Olhar

O teu olhar
O olhar do outro
O meu olhar
O olhar
O outro

A vista não detém toda visão
Quem se arrisca
Logo vê que está cego
Eu me nego a não ver
O que está certo
Tudo o que enxergo
É a beleza de tua poesia
Em minha voz
Em meu canto
Meu amor
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