As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Flor-le-arte

Inspirado assim, se eu escrever teu nome numa folha de papel, sentirás o perfume de minhas palavras! E mesmo pra qualquer insensível, será como ler as pétalas! Da flor da pele, dà flor dos desejos.
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