As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Caririaçu

Em meu cavalo de aço
Tocando o céu
Na casa do alto
Como quem vai a capela
Vindo de castela
Em um só salto

Vôu
Cariri

Também penso
E sinto
Em Iansã
Valei-me meu Padim Cíço
Warakidzã!
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