As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

segunda-feira, 9 de janeiro de 2006

Teatro de Vaidades

As vozes que ecoam do coração
São as que escuto mais claramente
E se um olhar já não basta pra dizer
O meu sorriso de canto meio cansado
Só aguarda um melhor momento pra fugir

Eu que não me atrevo a pensar demais
Como algo que corre aos meus sentidos
Porque nunca precisei fingir vaidades
No teatro em que os sonhos são vividos

Só te peço que não esconda teus olhos
Por traz das coxias e cortinas
Apareça! O espetáculo já começou.
E apenas se finda ao seu desejo!
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