As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

domingo, 7 de maio de 2006

Saudade

Sem você
Eu canto como as pedras em silencio
O rio seco correndo
Às tardes sem vento soprando

2 comentários:

Jussyanne Emidio disse...

Que lindo... Tão simples e tão tocante! Parabéns!

Jussy

Unknown disse...

Aff!!!!!! Maltrata e mais! Lindo como tudo que vc faz! Não tenho mais palavras pra descrever!