As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

domingo, 25 de março de 2007

O Tempo e o Vento

Se não fosse o céu chuvoso
A falta de intenção do destino
E as lembranças indo por água abaixo

As nuvens nunca desenhariam
Nossa infância e eternidade deitados
Os carinhos e inocência o jardim

O velho chapéu na cabeça
O Cabelo e barba démodé.
Do sorriso, nunca se esqueça!
.Ele sempre foi pra você.

As besteiras de menino, o carinho
Meus olhos, teus olhos sorrindo
Os momentos eternizados, cantando
Tudo agora faz sentido, sentindo!

Quero te escrever como nos velhos tempos
Ouvindo tua voz, a natureza dos ventos
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