As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

sábado, 29 de agosto de 2009

Timidez

Foi humilde, mas, de coração.
Mesmo ainda não sendo tudo...

Feche os olhos!

...

Existem muitas palavras não ditas
Versos inacabados, impronunciados, acreditas?!
Perdidos nos olhos, sentidos apenas.
Como um prenúncio entoado em destino
Brincando de ser um eterno menino
Que não sabe agir quando acenas,
Mas depois saltita afobado
Gritando paixão, entre a flor do desejo
E o perfume sagrado que acompanha teu beijo
Mesmo antes dele ter sido dado.
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