As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

terça-feira, 15 de setembro de 2009

O som do teu nome

Além das inevitáveis, tantas outras, várias impressões
Ficou em minha mente.
O som do teu nome
Em poesia
Percorrendo uma lógica incomum
Nas veredas de meus pensamentos
Formaram-se desenhos complexos
De uma simplicidade absurda e bela
A palavra em sua essência
Os olhos...
As cores, os significados dos astros, em relação
Infinitos cálculos inmatemáticos
A canção, a voz, o cheiro
Os ritos, signos e símbolos!
Te senti...
Lutadora. Guerreira. Mulher.
Pense tudo o que quiser,
Agora, isso é o que tenho
E um ouvir perdido, confundindo, olhares.
Sou eu, um em milhares, tantas vindas aqui...
És tu, a melodia, em tantas possibilidades
A harmonia que escolhi.
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