As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2006

Fez um pedido?

Ainda colhendo estrelas cadentes?
Eu ando com saudade do teu sorriso
Que não posso ver de perto
Das fotografias cantando a distancia
Do horror das horas caindo no escuro
Dando-nos tempo apenas pra um desejo,
Que se resfaz na atmosfera.
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