As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

terça-feira, 6 de julho de 2010

Fuxico

"Hoje por acaso,
...vocês também perceberam a simplicidade da luz ao tocar o rosto da manhã?!
Menino! E eles ainda seguem juntos até então!"

Do prisma, e doce calor que me invadem,
Refratei palavra e som.
E me sentindo nuvem em meio a tudo,
Estou leve por fazer um fuxico bom.
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