As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Memórias?!

Cariri dos Encantados - Foto de Thailyta Feitosa
Exatamente agora, sinto falta das paisagens verdes das estradas do Cariri, transformadas pelas chuvas. Na memória, sigo atravessando a colina do horto, subindo a serra de são pedro. (Num devaneio, como um sonho dentro de outro, Saudade também do sitio cipó, minha infância, e de mestre Pedro Oliveira, rabequeiro) Me atino pra estrada, cruzo a saudosa Caririaçu, dos pequenos indios, dos franceses, do Pe. Cícero. passo pelos Caboclos e chego no lugar de onde nunca parti. Estou sonhando? O que é real? Minha mesa de papeis e carimbos e virtualidades ou a cascata que perfura a rocha a milhões de anos onde me banho, exatamente agora?!
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