As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Desabrochar

Porque não desabrochar?
As pétalas de qualquer forma irão ressecar
São ciclos. Faz parte da beleza da rosa,
Abra-se, receba as cores do sol,
Mostre-se ao mundo em todo o seu esplendor
Doe o seu vermelho amor aos desaventurados corações
Com sua beleza cure a dor de quem na vida só sentiu espinhos,
O rancor dos que não se apaixonaram
Talvez por passarem desapercebidos
Pelos coloridos jardins, sem fins
Da poesia, dos sentidos
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