As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

O que Toco?!

Olha, eu sei bem o que toco

E por isso, eu não sei o que toco

Eu toco o tudo, eu toco o nada

Eu toco a vida, a vida me toca

Eu toco você, eu, toco a paixão

Eu toco a alegria, toco o terror

E "taco" fogo no que me prender!

Me toco, eu, toco você, assim,

Me desprendo daqui, vou por aí,

E me liberto, tocando, puro

E curo, qualquer dor

Se toca, te toco

Toco tudo o que você quiser

Se tudo o que você quiser for amor

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