As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Desconcerto

Fomos,

Foram,
Mil sonhos
Mil beijos
Mil brigas
E D esejos
Ontem,
Um desconcerto
Um desencontro
Ou um sorriso pronto.
Hoje
Só contos
Sejam-os um ou infinitos cantos,
Em mil palavras,
Ou num silêncio,
O desencanto
Do amor se recompondo
Em qualquer forma de amizade.
Até porque, levemos em conta, que até canto,
Mas, não sei, nunca conseguí
Aprender a contar
Saudades.
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