As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

sábado, 26 de abril de 2008

Tarde no Quintal

Ando lendo o que escreves
Desata bem os nós da vida
Quando rompe o trivial
Sopro vindo do quintal
Da saudade, da infância
E que ressoa a distancia
Corpo nu sem ter idade
Aquarela ingenuidade,
Sons que invadem o destino
Tua palavra,
É como a voz dos sinos
A cantar de tardezinha
Em meu peito igrejinha
Num domingo de esperança
Ecoando a lembrança
De que não estás sozinha
A crescer sempre criança

Sonhemos nós
Que sempre lemos a voz
Menina
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