As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Sonhos

Penso em me jogar na frente do seu destino
Sem temer correr algum dano,
Ou seguir dando longos passos até o futuro
Pra que assim, eu possa te dar em dobro tudo o que me darás

E antes que possas imaginar
Seremos muito mais que poesias
Que escrita às noites e recitada aos dias
Nos trará tardes de felicidade em canção.

Que caibam em nosso quintal, abelhas e flores
O doce caminho de ser mel em tuas cores
Combrindo o céu com os desenhos que pintamos!
E até que realmente não sejamos apenas sonhos,
Continuarei entoando esses docenantes acordes
Em seu coração.
Inevitavelmente.
Como um sopro, um pontilho
Uma balada, uma toada
Como tinta esparramada
Ou suaves pinceladas
Um quadro, uma viola
No quarto, na sala
Nossas expressões
Apaixonadas
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