As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

domingo, 4 de agosto de 2013

Devaneio III


Caminhava

Com o olhar atraído pelo vento,
E um tempo delicado passou por mim
Feito uma borboleta

Pairando vôo em meus desejos de música
Dançou uma valsa etérea em meu juízo
E seguiu
Transversal

Fiquei assim
Me sentindo
Uma lagarta
Sonhando
— com Geraldo Junior.
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