As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

A paixão

E a paixão
Feito uma égua louca
Numa dança suicida
Ou um elefante alado
De asa partida
Salta de um abismo
Sem se preocupar
Ou acreditar
Que cairá na realidade
Se despedaçando
Ou sofrendo um surto de realidade
Achando que o romantismo
É um sonho tolo
Dos que não sabem amar
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