As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Transgressão

Fico lembrando de você criança
O mesmo jeito ranzinza
O olhar sério com leves sorrisos esparsos...
O orgulho bobo um tanto irritante
Mas eu lhe conheço. E mesmo que não,
Sinto seu amor, e vejo suas cores
Sei de suas dores,
E te entendo, respeito
Admiro, admito,
Respiro, suspiro,
Me inspiro.
Como uma velha marchinha eu habito
O carnaval que transgride em seu peito.
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