As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

sexta-feira, 9 de março de 2012

Insone

Ela chega
Chega a noite
E se não me engano
Ela me falou sem desengano,
Que o seu sono não chega, não.
Mas que bom que mesmo sem dormir
Os sonhos nunca deixam de nos vir
(As vezes, pra mim, em forma de canção)
E ficam sonambulando, confabulando
Sintonizando,
Alma, mente e coração
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