As palavras, em seus sons, estão aqui em processo, se transformando, como esse texto, incompleto, que um dia terminarei. O papel virtual de minhas realidades, sendo escrito enquanto logo, meus dados, na máquina, na rede de rendas digitais. Nas ladainhas, aboios e encantamentos, sentimentos ou/e em outros infindos indícios analógicos, que sim, ainda existem! E resistem, a qualquer falsa ou equivocada idéia de modernidade ou tecnologia. Tome cuidado com os meus acentos.
Eles podem brincar de mudar seus sentidos.
Estamos subentendidos?

domingo, 31 de agosto de 2008

Letra e musica


Ela me deu um sorriso e nos despedimos
Nos despimos de qualquer ilusão
Pra nos vestirmos, as noites
Pra que minha viola notasse a nostalgia
Com a qual se faria essa canção

Voltei os olhos, ela me olhou e também me viu a olhá-la.
Eu só esperava o um próximo dia, uma próxima tarde
E um qualquer motivo pra descrevê-la

Mas, porque não agora?!

Seria óbvio?!

Uma paixão que rabisco em você
No tempo presente, no tempo restante

A saudade não se conjuga em prantos
A mágoa não verbaliza carinhos
A tristeza não me é um adjetivo que escolhi.
O fim não é substantivamente o bastante pra nós!

Minhas palavras de um português comum
Não ignoram a gramática de nossos desejos quando me expresso
Porém, admito que a musica de meus versos
É tudo o que tenho pra te conquistar

Por isso

Leia essas palavras cantando
Ouvindo os sons que lhe sonho
Sentindo o amor que lhe sinto
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